Geração “N”

Posted on 18/07/2011

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Resumo da 22ª. Reunião com adolescentes e pré-adolescentes
São Paulo, Domingo, 29/05/11

Nossa principal leitura bíblica, assim como as demais foi feita pelo Natanael, em

II Timóteo 3 – versículos 1/5

1 Sabe, porém, isto: que nos últimos dias sobrevirão tempos trabalhosos;
2 porque haverá homens amantes de si mesmos, avarentos, presunçosos, soberbos, blasfemos, desobedientes a pais e mães, ingratos, profanos,
3 sem afeto natural, irreconciliáveis, caluniadores, incontinentes, cruéis, sem amor para comos bons,
4 traidores, obstinados, orgulhosos, mais amigos dos deleites do que amigos de Deus,
5 tendo aparência de piedade, mas negando a eficácia dela. Destes afasta-te.

Nesta Escolinha abordamos um assunto muito atual: Geração “N”, que nada mais é a forma como estudiosos do comportamento humano denominaram uma categoria muito comum de jovens que hoje em dia apresentam um comportamento “narcisista”, e que por isso são chamados de geração “N”.

Para ilustrar o que é o narcisismo, fomos brilhantemente auxiliados pela irmã Ivone Bentley que representou uma mãe da Grécia antiga, aconselhando uma filha adolescente, representada pela Gabriela Godoy, excessivamente preocupada com a aparência, e muito triste por estar sendo desprezada por Narciso, figura da mitologia grega, representada pelo Wesley, que, de tanto contemplar e admirar a própria imagem refletida nas águas de um lago,
se distancia da realidade, deixa de comer e beber e acaba morrendo às margens do lago.

Aprendemos que hoje, pela falta de estrutura familiar, muitas crianças tem recebido “coisas” em vez de afeto, orientação e bons exemplos.
É comum que as crianças , independentemente do nível econômico-social dos pais, tenham acesso a roupas de marca, celulares, recursos de informática, porém, não estejam recebendo na mesma medida a educação e orientação para formação de um bom caráter e de uma estrutura psicológica forte, preparada para enfrentar a vida e suas dificuldades.
Essas crianças estão sendo ensinadas que é mais importante “ter” do que “ser” e que, o que importa é a aparência.
Esta falta de estrutura está formando jovens fracos, que não sabem lutar pelo que querem, eternamente dependentes de ajuda, seja dos pais, das autoridades, ou até mesmo dos vícios.

Aprendemos com o profeta, através da mensagem “Aquele Dia no Calvário” (parágrafos 35 ao 38), que esta busca excessiva pela beleza, pela popularidade, revela um vazio, uma insatisfação comum a todo o ser humano que está perdido; revela um vazio, que só poderá ser preenchido pela presença de Deus.

Tivemos a preciosa colaboração do ir. Luiz Antonio Paiva, que convive com essa realidade nas salas de aula, pois é professor.

Estudamos um pouquinho sobre a origem das tatuagens, dos piercings, e vimos que esses “símbolos” usados pelos jovens cada vez com mais freqüência, são uma forma, ainda que eles não tenham conhecimento disto, de se identificarem com grupos que vivem à margem da sociedade como: detentos, grupos de extermínio, punks, metaleiros, exotéricos, góticos, satanistas, etc.

Vimos que a origem dos brincos está relacionada à escravidão (Deuteronômio 15: 16, 17) e as tatuagens com o culto aos mortos (Levítico 19:28) e, em nome da vaidade, muitos jovens estão maculando sua aparência, sem saber o que estão fazendo e o que estão atraindo sobre
si, quando a Palavra de Deus nos aconselha até mesmo a nos abster da “aparência” do mal
(I Tessalonicenses 5: 22/23), pois o nosso corpo deve ser o Templo do Espírito Santo .
(I Coríntios 6:19,20).

Tivemos o comparecimento de 49 alunos e, como sempre, a cooperação de diáconos, irmãos do som e imagem, a quem agradecemos de coração.

Não tivemos a Escolinha no último domingo de Junho, por se tratar de um feriado prolongado, mas estaremos reunidos em 31 de Julho, se Deus permitir, tratando de mais um assunto de interesse de nossos adolescentes e pré-adolescentes, com a ajuda de Deus e para Sua glória.

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